terça-feira, 30 de outubro de 2007

Ninguém merece

Mulheres, cuidado com o "Eu mereço!"

Boa Tarde!

É muito difícil encontrar uma mulher que nunca tenha ido à um shopping apenas para passear, pois está com pouco dinheiro, entretanto, perante a um produto lindo de uma vitrine, não resiste e fala para ela mesma ou para as amigas a frase: “Quer saber? Eu mereço!!!”. Cuidado! Essa frase pode ser uma grande ameaça à sua vida financeira.



Segue artigo do consultor financeiro Reinaldo Domingos sobre como resistir a essa frase pode ser o segredo para não perder o controle de sua vida financeira e também material sobre o lançamento do livro Terapia do Dinheiro,



Caso queiram mais informações, fico a disposição,



Abraços,



DiSOP

Assessoria de Imprensa

Jornalista: Paulo Fabrício Ucelli

Fone: 11 5078-3018

Cel: 11 7160-1605

19 9786-3938

E-mail: paulofabricio@f24h.com.br

Home Page: www.disop.com.br

Quem é que vai para o trono?

ASSENTOS SANITÁRIOS COM TECNOLOGIA ANTIBACTERIANA PROPORCIONAM MAIS HIGIENE E PROTEÇÃO À FAMÍLIA

Considerado um dos ambientes de intimidade e relaxamento da casa, o banheiro está ganhando projetos cada vez mais sofisticados. O grande empenho dos fabricantes, arquitetos e decoradores têm sido pensar em soluções que aliem beleza e design com funcionalidade e bem-estar para oferecer, além de conforto e elegância, um projeto residencial com equipamentos e acessórios que possam proporcionar praticidade e inovação. No item higiene, o desafio é enorme já que o ambiente é propicio à proliferação de microorganismos.

A tecnologia antibacteriana Microban® atua como aliada dos profissionais neste novo conceito. Trata-se de um ingrediente que ao ser incorporado em produtos, objetos e acessórios inibe o crescimento de bactérias, fungos e leveduras na superfície dos produtos. Para banheiros, a novidade são os assentos sanitários de poliéster e polipropileno da Deca, que possuem superfície ativa contra fixação e proliferação de microorganismos encontrados nos banheiros. Estes podem causar maus odores, contaminações e manchas nos assentos sanitários, fundamentais como parte da decoração, e que dão um toque de requinte e design aos banheiros.

De acordo com o diretor da Microban do Brasil, Toshiaki Ouchi, outra vantagem dos assentos sanitários Deca com proteção Microban® é a facilidade na limpeza. Como a proteção é incorporada ao produto durante a fabricação, esta age durante toda a vida útil do produto, deixando-o com aparência de novo por mais tempo. “A tecnologia não dispensa os procedimentos normais de higienização e também não requer métodos especiais para limpeza. Os assentos oferecem uma tranqüilidade adicional em higiene, mostrando a preocupação da Deca em desenvolver produtos que ofereçam qualidade, tecnologia e bem-estar ao consumidor”, afirma.

Além dos assentos sanitários, a tecnologia antibacteriana da Microban® também é encontrada em outros itens para decoração e o setor de construção civil, como em superfícies de quartzo da marca Silestone, laminados para revestimento da Fibralit Conceptum, pisos laminados Durafloor e até em utensílios domésticos como na linha de potes para alimentos da Plasútil, cabos das facas Tramontina, termopratos Soprano, inaladores e umidificadores NS, filtros e purificadores de água da SAP e alicates para cutículas Merheje.

Preço sugerido dos assentos sanitários da Deca com proteção Microban®: a partir de R$53,00. SAC 0800 011 7073

Sobre a Tecnologia Microban

Líder mundial em soluções antimicrobianas, a tecnologia Microban® é aprovada pela SFC (Comitê Científico para Alimentos da União Européia), a primeira a ter fórmulas aprovadas pela NSF (National Sanitation Foundation - EUA) e NSF do Brasil para contato seguro com alimentos. Aplicação em produtos registrados na EPA (Agência de Proteção Ambiental) e ingredientes aprovados pela FDA (Food and Drug Administration – EUA). Possui testes de eficácia feitos por laboratórios independentes ao redor do mundo, sendo totalmente segura para seres humanos e animais.-

Informações e fotos para a Imprensa – Microban:

Atitude Assessoria em Comunicação

Marisa Amaral ou Damaris Lago

Tel.: (11) 4229-0112/ 9682-8578

marisa@atitudecom.com.br

www.atitudecom.com.br

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Braço forte, milico amigo

Os Ex-alunos da Faculdade Cásper Líbero estão convidados para participar do I Estágio de Comunicação Social do Exército que acontecerá de 05 a 14 de novembro, no auditório do Comando Militar do Sudeste. O público-alvo será composto por militares do Exército responsáveis pela Comunicação Social nas diversas Organizações Militares do Estado de São Paulo; Militares da Marinha, Aeronáutica, Policia Militar, Polícia Civil e Polícia Federal.
O evento será dinâmico. O público se dividirá em 10 grupos que serão compostos pela comissão organizadora do evento, que mesclará militares e civis. Estes grupos deverão fazer, cada um, um jornal, um cartaz e criar um logo para o evento. No dia 14 de novembro, último dia, os grupos apresentarão seus trabalhos para o Comandante Militar do Sudeste e convidados civis e militares.
Estão programadas visitas externas ao 2º Batalhão de Polícia do Exército, Comando de Aviação do Exército e ao Jornal Estado de São Paulo.O evento não possui taxa de inscrição e será fornecido certificado. O almoço é cortesia do Comando.
Para se inscrever, envie um e-mail para eventos@facasper.com.br até terça-feira, dia 30 de outubro. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição.

Veja as atividades

Segunda-feira, 05/11 :

- 8h: Recepção e medidas administrativas
- 10h : Abertura do estágio Gen Esper
- 10h30 - Antônio Carlos Pereira - Jornal Estado de São Paulo - “O papel da mídia e seu relacionamento com as instituições nos dias de hoje”.

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Gisele Lorenzetti – LVBA comunicações - “Como montar um jornal”
- 15:30h – Intervalo
- 15:45h - Marcos Cartum – “Como criar uma Logomarca”.


Terça- feira, 06/11
- 8h - Cel Carbonel - CCOMSEx - “A Comunicação Social no Exército Brasileiro” - 10h – Intervalo
- 10h30 - Cel Carbonel CCOMSEx
- 11h50 – FOTO OFICIAL

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Agnelo Pacheco – Agência Agnelo Pacheco : “Marketing Institucional”
- 15:30h – Intervalo
- 15:45h - Prof. Dr. Paulo Nassar – ABERJE : “Comunicação com o Público Interno”


Quarta-feira, 07/11

- 08h - Paulo César – ESPM – “Gerenciamento de crise”
- 10h – Intervalo
- 10h30 - João Rodarte – CDN -“Assessoria de Imprensa”

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Cel Sappi – CCOMSEx - “Amazônia : por que conhecê-la”
- 15:30h – Intervalo
- 15:45h – Cel Sappi - CCOMSEx


Quinta- feira, 08/11

- 08h - Roberto Duailibi – DPZ - “Como transmitir uma mensagem”
- 10h – Intervalo
- 10h30 – Celso Freitas – Rede Record “A vida de um Âncora”

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Visita ao jornal O Estado de São Paulo - Grupos de 1 a 5 .
- 14h - Visita ao 2º BPE - Grupos de 6 a 10 .


Sexta-feira, 09/11

- 6h - Visita ao CAvEx

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 16h - Retorno


Segunda-feira, 12/11

- 08h - Marcelo Rezende -Rede TV - “Luz, Câmera, Ação: O que Fazer?”
- 10h – Intervalo
- 10h30 - Reinaldo Polito “Expressão oral”

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - MIDIA TRAINING - Oficinas
- 15:30h – Intervalo
- 15:45h – MIDIA TRAINING - Oficinas


Terça-feira, 13/11

- 8h - Luis Kawagutti – Jornal O Diário de São Paulo“Reportagem em Área de Conflito”
- 10h – Intervalo
- 10h30- Ricardo Boechat – Rede Bandeirante “A evolução do jornalismo televisivo”.

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Visita ao jornal O Estado de São Paulo - Grupos de 6 a 10
- 15:30h - Visita ao 2º BPE - Grupos de 1 a 5.


Quarta-feira, 14/11

- 08h - Apresentação do TCC/ CMSE
- 11:30h - Encerramento Gen Esper

- 12h – ALMOÇO – CMSE – Refeitório da Base de Administração e Apoio

- 14h - Retorno dos participantes do estágio


Atenciosamente,


CENTRO DE EVENTOS CÁSPER LÍBERO
www.facasper.com.br

O bêbado e o ambientalista (satisfación garantizada)

PALESTRA “AQUECIMENTO GLOBAL E OS VINHOS”

São numerosos os efeitos que o aquecimento global tem tido sobre a indústria do vinho, positivos em sua maioria até o momento. Não obstante, o que nos espera a partir de agora não é tão esperançoso. O tempo está dando razão a Pancho Campo quem, faz mais de três anos, vem anunciando sua preocupação pelos possíveis impactos que a mudança climática terá sobre a humanidade e sobre a indústria vinícola.

Em 2006, Pancho organizou o primeiro congresso mundial sobre aquecimento global na indústria do vinho, com participação em massa da imprensa internacional, e para a segunda edição em 2008 já confirmou a participação de todos os estudiosos mundiais do assunto, incluindo o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore.

Agora Pancho é reconhecido como referência no assunto e tem artigos publicados em revistas e jornais de prestígio, como Australia & New Zealand Wine Industry Journal, BBC e Times.

Pancho Campo e a Academia del Vino sempre tiveram um grande interesse neste fenômeno, tanto que a tese que Pancho apresentará ao Institute of Masters of Wine para poder converter-se no primeiro Master of Wine espanhol se centra nesse tema, baseado em um amplo estudo que está finalizando em Penedés – Barcelona.



Aproveitando a presença de Pancho Campo para a realização do curso “Embaixadores do Vinho Espanhol”, realizaremos essa palestra de grande interesse para todas as pessoas envolvidas com a indústria do vinho.



Em anexo, segue uma entrevista com Pancho Campo, onde ele fala sobre suas pesquisas sobre o Aquecimento Global.


Data e Local

Local: Sala de Degustações da ABS-SP

Data: 30 de Outubro de 2007 – 20:00h.

Pancho Campo: Un Español que se ha convertido en un punto de referencia mundial en el estudio del cambio climático

Pregunta.- Por favor, defina en pocas palabras qué significan las expresiones ‘Cambio Climático’ y ‘Calentamiento Global’.

Respuesta.- Clima es el promedio de la suma de todos los eventos meteorológicos que ocurren en una región determinada. Por ejemplo, es posible que un día de verano en La Mancha sea fresco y húmedo, pero el clima manchego promedio, el habitual, es seco y caluroso. El cambio climático representa una variación en los patrones meteorológicos habituales a largo plazo de una región determinada. Estos pueden hacerse más fríos o más calurosos. Las cantidades anuales de lluvia o nieve pueden aumentar o disminuir. Calentamiento global se refiere a un incremento de la temperatura terrestre el cual conllevará que ocurran cambios climáticos. Un planeta más caliente puede tener como resultado cambios en los patrones de pluviosidad, una elevación del nivel del mar, así como una serie de impactos sobre plantas, cultivos, vida animal y humana. Cuando los científicos hablan de cambio climático se refieren, sobre todo, al cambio climático que ocurre por culpa de actividades humanas.



P.- Aunque ya casi nadie duda de la realidad del cambio, hay serias objeciones con respecto a la cantidad de ‘culpabilidad humana’ en el asunto. ¿Cuál es su opinión al respecto?

R.- Es indudable que la causa del cambio climático es la acumulación excesiva de los gases de efecto invernadero: CO2, metano, óxido nitroso, perfluorocarbonos, hexafluoruro de azufre y hidrofluorocarbonos. Estos son los seis gases incluidos en el protocolo de Kioto y prácticamente todos son producidos, en exceso, por actividades humanas. En 1987 muchos gobiernos aceptaron firmar el protocolo de Montreal por el cual se comprometían a eliminar del mercado, antes de 1996, productos con clorofluorocarbonos (CFC) en los países industrializados, reemplazándolo por hidrofluorocarbonos (HFC). Aunque menos dañino para la capa de ozono que el CFC, el HFC sigue siendo un gas invernadero. Estos gases son elaborados por el hombre y utilizados para refrigeración y en aerosoles. A pesar de que se ha acordado eliminar los HFC antes del 2030, al tratarse de gases inertes permanecerán en la atmósfera cerca de 200 años antes de ser destruidos, tiempo durante el cual seguirán contribuyendo al calentamiento global.



P.- Tampoco hay mucha unanimidad en cuanto al ritmo del cambio, ¿de qué plazos podríamos estar hablando?

R.- Hay que aceptar que siempre ha habido cambios climáticos en la historia y un nuevo cambio era inevitable. Actualmente el incremento de la temperatura está en 1/3 de grado Celsius cada diez años, es decir, 3 grados en los próximos 100 años. Esto es muchísimo más rápido de lo que ha ocurrido en los últimos 10.000 años. El problema es que la diferencia de temperatura entre una edad de hielo y una época considerada como normal es de apenas 5 o 6 grados. La rapidez con la que este efecto se está produciendo deja muy poco tiempo para la adaptación, sobre todo en aquellas regiones más industrializadas.



P.- En función de esos plazos, ¿cuáles serían las primeras señales evidentes en la agricultura en general y en la viticultura en particular?

R.- Recientemente, uno de los ponentes que tomo parte en el encuentro de Barcelona, el Dr. Gregory Jones, de la University of Southern Oregon y sus colegas, publicaron los resultados de un estudio de 50 años de datos climáticos provenientes de 27 regiones vinícolas del mundo, los cuales se compararon con las cosechas puntuadas con un 100 por Sotheby’s, en busca de paralelismos entre la calidad del vino y las temperaturas durante la temporada de crecimiento. Además, desarrollaron un modelo de proyecciones climáticas muy sofisticado, estudiando los cambios de temperatura en los próximos 50 años. Los resultados fueron sorprendentes. Las temperaturas promedio durante la época de crecimiento han aumentado en la mayoría de las regiones vinícolas de calidad una media de 2 ºC en los últimos 50 años. Paralelamente a este aumento de las temperaturas ha habido una mejora en la calidad de las cosechas en este período. El estudio muestra una relación muy significativa entre las puntuaciones de las cosechas y la temperatura promedio mensual en época de crecimiento en la mayoría de las regiones. Los resultados sugieren que las 27 regiones analizadas pueden esperar que haya un incremento de la temperatura media durante el período de crecimiento de 2,04 ºC hacia el año 2049. De estas regiones, el cambio más drástico está previsto que ocurra en el sur de Portugal y España (2.85 ºC), con el mínimo efecto en Sudáfrica (0.88 ºC).



En las regiones más cálidas, las uvas mostrarán condiciones de maduración excesiva pero con falta de complejidad aromática. Habrá otras regiones que deberían comenzar a plantearse seriamente plantar otro tipo de varietales, los cuales darían mejores vinos bajo las condiciones esperadas por el cambio. El estudio muestra que el cambio climático podría tornarse crítico en regiones de por sí cálidas como Chianti, Barolo, Rioja, sur de Francia, Hunter Valley, partes de Chile y Central Valley en California.



El grado alcohólico en los vinos de hoy en día es también una desventaja. ¿Se debe esto solamente al efecto del calentamiento global, que produce uvas con mayor cantidad de azúcar? En parte sí es así, pero también se debe a los avances en viticultura y a una tendencia a llevar a cabo la vendimia basada en madurez fenólica y no solo en cantidad de azúcar. Mientras que el alcohol puede añadir una sensación de mayor cuerpo y una percepción de dulzura, los niveles de alcohol pueden resultar problemáticos en regiones más cálidas dando como resultado el que los bodegueros tengan que recurrir a técnicas sofisticadas para disminuir el porcentaje de alcohol, como por ejemplo la ósmosis inversa.



Otros efectos del incremento de las temperaturas pueden incluir una menor acidez de los vinos, el que las vendimias se adelanten y se tengan que llevar a cabo en épocas del año mucho más calurosas, disminución del agua disponible, así como mayor riesgo de enfermedades. A pesar de que el cambio climático en los últimos 50 años parece haber tenido un efecto beneficioso sobre la industria vitivinícola en las 27 regiones incluidas en este estudio, el panorama a partir de ahora y de cara al futuro no se presenta muy esperanzador.



P.- En la misma línea, ¿cuáles serían los primeros impactos – mediáticos, económicos, de marketing– en la industria vitivinícola? ¿Sucederán en todas las regiones productoras más o menos al mismo tiempo?

R.- Los impactos económicos son y van a ser considerables. De hecho ya estamos sufriendo los azotes de huracanes, tormentas y tornados, que devastan amplias zonas cuya reconstrucción y ayuda alimenticia y sanitaria conllevan unos costes elevadísimos. Habrá que crear defensas contra las subidas del nivel marítimo, rediseñar los desarrollos urbanísticos en estas zonas, implementar sistemas de detección de fenómenos climatológicos, etc. A nivel de la agricultura habrá que implantar nuevos sistemas de irrigación, buscar cultivos que se adapten a las nuevas condiciones climáticas, fomentar la reforestación, cambiar patrones de cultivo y cosecha. Las compañías de seguros incrementaran sus primas y en algunos casos se negaran a asegurar ciertas regiones en relación con fenómenos meteorológicos. En todo caso, el tratamiento preventivo intentando frenar este fenómeno siempre será muchísimo más barato que el tener que hacer frente a sus consecuencias.



P.- ¿Cuál es la situación del Cambio Climático en España, si es que se puede hablar a nivel ‘local’ de este tema?

R.- España y Portugal son los países de la Unión Europea a los que más les afecta el cambio climático. Sus efectos se pueden observar ya en Europa en forma de tormentas, inundaciones, sequías y otras condiciones meteorológicas extremas, cada vez más frecuentes y económicamente gravosas, aunque este fenómeno, y sobre todo el calentamiento de la atmósfera que conlleva, afectan especialmente a la Península Ibérica y Rusia occidental, según las conclusiones de un informe de la Agencia Europea de Medio Ambiente. El informe indica que la temperatura se ha incrementado en 0,95 grados en Europa en los últimos 100 años, por encima de la media mundial, y advierte que este fenómeno de calentamiento ha sido mayor en la Península Ibérica y Rusia occidental, que seguirán con esta tendencia durante los próximos años junto con otros países del sur de Europa como Grecia o Italia. Este año he tenido la oportunidad de visitar muchas regiones vinícolas españolas y de hablar con numerosos bodegueros y es casi unánime la opinión de que el clima está cambiando, las cosechas se adelantan, hay más sequía, mayores grados alcohólicos y hay que tener cuidado con la acidez. El problema más grave es que, aunque todo el sector es conciente de que algo pasa con el clima, nos cuesta admitirlo y, mucho más, empezar a estudiarlo con más detenimiento y poder tomar medidas.



P.- En España se hace, en términos generales, un muy mal uso del agua. ¿Podría una correcta gestión de los recursos hídricos españoles frenar decisivamente el impacto del Cambio Climático?

R.- Lo primero que tenemos que aceptar es que el cambio climático no puede ser detenido, sino mitigado y ralentizado. Lo segundo es que este cambio está generado, casi en su totalidad, por la acumulación de gases invernadero. Poco podemos hacer para disminuir la velocidad a la que está ocurriendo en base a la gestión de los recursos hídricos, la cual sería solo una medida de adaptación y paliativa pero no frenaría el fenómeno del cambio climático. Donde está la clave es en replantearnos totalmente cosas como medios de transporte, sistemas de calefacción, desarrollo industrial,… de forma que la emisión de gases invernadero sea la mínima.



P.- ¿Cree realmente que los acuerdos internacionales pueden contribuir a cambiar la tendencia, a pesar de las posturas de Estados Unidos y Australia frente al Protocolo de Kioto?

R.- Bueno, el protocolo de Montreal ha ayudado a que los compuestos clorofluorcarbonados utilizados para neveras y aerosoles hayan sido reemplazados por otros menos dañinos como los hidrofluorocarbonados. Ello ha detenido la destrucción de la capa de ozono y ha frenado la expansión de sus agujeros en la Patagonia y la Antártida. El problema es que estos gases, al ser inertes, permanecen en la atmósfera durante 100 o 200 años, dañando la capa de ozono y contribuyendo a aumentar el efecto invernadero. Kioto, sin la aceptación de Estados Unidos y Australia, pierde gran parte de su efectividad. De la misma forma que se han buscado sustitutos a los compuestos CFC, hasta que no dejemos de quemar combustibles fósiles, o hidrocarburos, y se reduzcan las emisiones de CO2 y de otros gases de efecto invernadero, no lograremos detener este cambio climático. Incluso si lográsemos disminuir drásticamente dichas emisiones, ya es un poco tarde y tardaríamos en ver los beneficios, ya que los gases de efecto invernadero tardan muchos años en ser destruidos.



P.- Por favor, imagine y describa un sector vitivinícola en un futuro planeta Tierra con una temperatura media de un par de grados por encima de la actual.

R.- Tradicionalmente se ha dicho que las zonas ideales para la producción vinícola están ubicadas entre los paralelos 30 y 50 en ambos hemisferios. Esto está cambiando y en regiones tradicionalmente frías y húmedas como Inglaterra ya se comienza a producir algunos vinos de calidad; por el contrario, aquellas zonas calurosas lo tendrán muy difícil para poder seguir cultivando las mismas uvas. Se tendrá que optar por varietales, clones o porta injertos más resistentes a las nuevas condiciones climáticas. Veremos la introducción de nuevos sistemas de conducción y riego. El adelanto de las cosechas conllevará el reestructurar las técnicas de vendimia, así como los tratamientos y correcciones que se lleven a cabo en bodega, con mayor uso de aparatos como los de ósmosis inversa, críoextracción, cámaras de refrigeración,…



P.- Seamos positivos y hablemos de soluciones: ¿qué se debe hacer?, ¿quién lo debe hacer?, ¿cuándo hay que empezar a hacerlo? ¿Hay que mejorar los sistemas de riego, cambiar las variedades de uva, cambiar las formas de elaboración,… todo a la vez? ¿Cuáles son las estrategias más plausibles para minimizar el impacto y facilitar las necesarias adaptaciones?

R.- Las soluciones al respecto incluyen varios aproximaciones. Los científicos y organismos relacionados deben llevar a cabo estudios amplios y serios, estableciendo periodos claros de acción localizada, informando adecuadamente a políticos y gobiernos sobre estos fenómenos. Por supuesto, también tiene que haber una acción internacional conjunta. La tecnología de la que disponemos hoy en día tiene que ponerse al servicio del problema, buscando una mayor eficacia en los sistemas energéticos, reduciendo al máximo las emisiones de gases invernadero, diseñando nuevos combustibles y promoviendo el reciclaje, la reforestación,… La industria internacional tiene que invertir en adaptarse a nuevas tecnologías que mitiguen los efectos del cambio climático y, a nivel económico, hay que desarrollar planes de incentivo y reducciones arancelarias para fomentar la adaptación. Políticos, científicos y economistas deben coordinar esfuerzos. Hay que educar a la población y se deben lanzar campañas de información y mentalización sobre el problema y sus soluciones. A nivel individual hay que promover un mejor uso y ahorro de la energía en el hogar, fomentar la utilización de combustibles como la electricidad y los paneles solares. Y hay que promover los medios de transporte públicos, sobre todo aquellos que no consuman hidrocarburos.



P.- El Primer Encuentro Mundial sobre Calentamiento Global y Vino fue todo un éxito mediático ¿Qué ofrece de novedoso la segunda edición aparte de la intervención del vicepresidente Al Gore?

R.- En el primer encuentro celebrado en Barcelona no tuvimos una gran respuesta por parte del sector vinícola español ni de los medios especializados de nuestro país, fue hasta vergonzoso. No obstante asistieron expertos de muchas otras naciones y medios como Decanter, Wine Enthusiasts, la BBC, Blooomberg y muchos otros. Ello nos permitió darnos a conocer extensamente a nivel internacional. Casi un año más tarde la actitud ha empezado a cambiar bastante por parte del sector en España, tenemos llamadas a diario de bodegueros, viticultores y medios de comunicación interesándose por el tema. Por ello decidí apretar el acelerador a fondo con la segunda edición del evento. Hemos conseguido el patrocinio y apoyo absoluto de la OIV así como del Ministerio de Medio Ambiente. Hemos logrado que confirmen su participación todos y cada uno de los científicos más respetados del mundo que se dedican al estudio de este fenómeno. También contaremos con la participación de numerosos bodegueros de Burdeos, Chile, Australia, California y España que darán su opinión desde el punto de vista práctico. Creo también muy importante el que el vicepresidente de los EE UU Al Gore haya aceptado llevar a cabo la conferencia de apertura del evento. Las fechas confirmadas son el 15 y 16 de Febrero de 2006.





Data: 30 de Outubro de 2007 – 20:00h.



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domingo, 28 de outubro de 2007

Guia para a recuperação do tônus genital

(Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil - Comunique-se - ) O Pompoarte está lançando a nona edição do livro da professora Regina Racco "O livro de Ouro do Pompoarismo, ginástica íntima para uma vida mais feliz!"A obra que conquistou a aceitação em massa das mulheres, como guia para a recuperação do tônus genital, apresenta em sua nona edição, além de nova capa, uma abordagem moderna e fácil, totalmente ilustrado com desenhos e fotos. Famosa por seu trabalho com a ginástica íntima, com as técnicas de pompoarismo, Regina Racco é presença constante na mídia. Seus cursos e palestras são concorridos e recebem a indicação de médicos e fisioterapeutas. Veja mais no site www.pompoarte.com.br

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Direito de resposta

"Mas o problema não era o Rolex?"
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Priscilla Cerqueira disse...


Olá!
Apenas a título de ciência e explicação, o GRUPO GR é uma empresa que está há 15 anos no mercado planejando, desenvolvendo e implantando soluções de segurança e serviços para diversos tipos de clientes, como condomínios (residenciais e comerciais), indústrias, rede de lojas, construtoras e empresas que se preocupam com a qualidade de sua segurança e serviços gerais. Acho que houve um equícovo ao ler o release, pois em nenhum momento foi citado com detalhes sobre o assalto do Luciano Huck. Só foi mencionado o episódio para levantar à questão da segurança nas ruas e, por conseqüência, para artigos de rápido roubo, como celular. Espero que tenha havido um entendimento a respeito do release citado.
Grata pela atenção,
Equipe Visar Planejamento

Disputando crédito

Caro jornalista,



Agradecemos se puder - por gentileza - citar o SINTHORESP (Sindicato dos Hoteleiros)

como o local onde ocorreu a Coletiva de Imprensa de Marco Aurélio Mello, presidente

do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).



Muito Obrigado



Assessoria de Imprensa do SINTHORESP

Fone (11) 5904-2623 / 5081-6064

digital@digitalassessoria.com.br