terça-feira, 14 de agosto de 2007

Geração saúde

DI CUNTO LANÇA O PANETTONE ZERO AÇÚCAR
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Alguns alimentos e bebidas estão começando a ter versões "Zero Açúcar" no mercado brasileiro. Essa inovação de trazer o "Zero" vem modernizando o segmento, e a Confeitaria Di Cunto, tradicional e a mais antiga fabricante de panettone das Américas, acompanha essa tendência e lança a sua versão de "Panettone Zero Açúcar", tipo tradicional com frutas cristalizadas e uvas passas, de 500g (R$14,00).

Em 1939, a Di Cunto passou a produzir aquele que viria a se transformar no símbolo da qualidade e tradição italiana até hoje: o Panettone, a partir de uma receita vinda de Milão. Desde então, todos os dias, durante o ano todo, a receita do Panettone é repetida, da maneira original, mantendo-se sua principal característica - o uso do fermento natural, que vem da própria farinha de trigo.

Fabricar um Panettone não é tarefa fácil, explica Reinaldo Di Cunto, um dos diretores da empresa. "Todo o processo de produção demora cerca de 60 horas: da fabricação da massa até o momento em que sai pronto do forno. Para fazer um Panettone de qualidade é necessário aliar técnica, tradição e muito cuidado na escolha dos ingredientes, como a farinha, as frutas cristalizadas, o chocolate, as frutas naturais e as frutas secas, porém, o maior segredo está no fermento", completa Di Cunto. A preparação do fermento natural é o segredo da Di Cunto para produzir um Panettone mais saboroso, macio e consistente.

Mais informações pelo SAC DI CUNTO: 0800 015 7522.
www.dicunto.com.br

Vou te mostrar que é de chocolate...

Agora já é possível imprimir em chocolate fotografia e imagem de alta definição

A novidade veio para revolucionar o segmento de brindes corporativos e gifts especiais para festas e eventos. Jovens empresários brasileiros trouxeram a idéia dos Estados Unidos e tornaram-se Master Franqueadores da rede no País.

Chega ao mercado brasileiro uma novidade que já está despertando a atenção pelo ineditismo, bom gosto e sofisticação. Trata-se da Chocoprint, uma empresa especializada em chocolates com impressão fotográfica de alta resolução - uma técnica exclusiva e importada dos Estados Unidos pelos jovens empresários brasileiros Fábio Lopes e Guilherme Soter, master franqueadores no Brasil da Chocolography (presente em 8 países e com mais de 150 licenças nos EUA).

A operação no Brasil envolve investimentos da ordem de US$ 500 mil, montante igual ao do faturamento previsto pelos sócios para este ano. Com show-room em São Paulo, no bairro da Vila Madalena, a empresa se instalou por aqui com uma proposta arrojada e já começou a movimentar o mercado de brindes corporativos e gifts especiais para eventos e festas em geral.

“Assim que iniciamos nossa operação, fechamos com uma grande multinacional do setor farmacêutico a produção de 2.700 unidades de chocolates para uma convenção”, conta Fábio Lopes.O interesse das empresas e clientes em geral não é por acaso. Os produtos realmente causam um impacto visual muito expressivo, complementado pelo sabor delicioso dos chocolates.

A empresa oferece opções de formatos diversificados, como moedas, business card – formato de um cartão de visitas, pirulitos redondos, de coração, estrela, CD, caixinhas com trufas e bombons e a barra mais tradicional. Qualquer um dos formatos e tipos está apto a receber a impressão, seja da foto, de um logotipo e do que mais a imaginação puder criar, tudo com resolução de milhões de cores.

Chocolate ao leite, corantes comestíveis e moldes que vêm dos Estados Unidos

O chocolate utilizado pela Chocoprint é do tipo ao leite, adaptado de forma a atender ao gosto dos brasileiros que preferem um sabor um pouco mais doce. Há possibilidade também de desenvolver produtos com outros tipos de chocolate, sob encomenda e a partir de uma determinada quantidade.

Para a impressão das imagens, o chocolate recebe uma camada especial, uma espécie de açúcar para que a superfície a ser impressa seja uma base branca e garanta uma qualidade superior ao uso do chocolate branco. Esta camada é desenvolvida com produtos 100% naturais.Os chocolates são colocados em moldes especiais, importados dos Estados Unidos e chegam prontos ao show-room, onde são submetidos à impressão.

Para imprimir, o molde é colocado sob a impressora que funciona com jatos de corantes comestíveis que, rapidamente, reproduzem a imagem selecionada e gravada através de um software exclusivo. Estes corantes comestíveis também são importados e seguem os preceitos da alimentação Kasher. Todos os ingredientes são aprovados pelo FDA, nos EUA e pelo Ministério da Saúde, no Brasil.

Por questões de viabilidade na produção, há uma quantidade mínima para a encomenda dos chocolates. Dependendo de cada formato, há uma especificação com relação ao número mínimo do pedido.Formato da empresa no Brasil deve virar modelo para a América LatinaFormado em administração de empresas, Guilherme trabalhava no mercado de internet e de investimentos. Em função de suas atividades, costumava viajar bastante para os Estados Unidos. Foi em uma destas viagens que Guilherme teve o primeiro contato com a empresa americana, a Chocolography, mais especificamente em uma viagem a Nova Iorque.

Atraído pelo ineditismo do produto, ele conversou bastante com os profissionais da empresa para conhecer melhor a forma de trabalho e os nichos de atuação da empresa.De volta ao Brasil, contou ao irmão Fábio sobre o que viu e juntos começaram a pesquisar se o segmento teria mercado por aqui e como eles poderiam viabilizar a operação da empresa no mercado brasileiro. Como Fábio sempre atuou no setor de alimentação e entretenimento, eles tinham um know-how em áreas importantes para o desenvolvimento deste projeto.

Assim, após aproximadamente oito meses de pesquisas, formatação e busca de fornecedores, eles escalaram como consultor um expert em chocolates, o engenheiro químico Luis Colina e, prontos para arregaçar as mangas, no final de 2006 tornaram-se Master Franqueadores da marca que, por uma questão de adaptação e facilidade no entendimento em solo brasileiro, passou a se chamar Chocoprint.O cuidado e a preocupação em montar um negócio organizado e planejado é tão intenso que chamou a atenção da matriz nos Estados Unidos. Tanto é que a empresa lá tem a idéia de fazer da Chocoprint uma espécie de modelo para possíveis franqueados da América Latina.

“Eles pretendem fazer do nosso show-room uma espécie de centro de treinamento. Para os interessados de países como Chile ou Argentina, por exemplo, eles viriam até aqui para conhecer nosso espaço, ver nossa produção e trabalho em geral”, explica Guilherme.

Bastante animados com a repercussão da empresa em tão pouco tempo de mercado, eles pretendem em breve agregar novos serviços como o Chocolate Live (Chocolate Ao Vivo), que consistiria em levar a impressora aos eventos e fazer as impressões na hora, durante a festa, como uma atração a mais para os convidados. A longo prazo, também, Chocoprint prevê instalar quiosques em grandes Shoppings Centers.

“Queremos neste primeiro momento focar nossos esforços para atender cada vez melhor os nossos clientes, ampliando o nosso mix atual”, explica Fábio acrescentando que a Chocoprint atua em diversas modalidades de eventos, desde festas de aniversário, casamentos, bar-mitzvá até convenções de empresas e gifts corporativos.

www.chocoprint.com.br

Papetes malvadas

Bad Boy estréia no segmento de papetes com licenciamento da Grendene

Sinônimo de atitude e determinação, a marca multi-esportiva Bad Boy acaba de lançar sua primeira linha de papetes masculinas elaboradas pela Grendene, fabricante licenciada da marca no Brasil. Nomeada de Bad Boy Fight, os modelos da nova linha são resistentes à água tornando-os mais versáteis.

Com design moderno e esportivo, as papetes estão disponíveis nos tamanhos adulto e infantil. A única diferença são as cores do cabedal – os modelos adulto podem ser encontrados em preto, chumbo metalizado e marron, e o infantil, em azul metalizado, prata e preto.

Outra vantagem das papetes Bad Boy Fight é a alta resistência das tiras à tração e flexões. Passam por um avançado processo de injeção e fixação do cabedal durante a fabricação e também são compostas por PVC compacto, material que confere maior elasticidade e resistência. Já o solado é marcado pelo conforto, por ser elaborado com PVC expandido e proporcionar maciez e absorção de impactos.

Criada em 1982 na Califórnia, berço dos esportes radicais, a Bad Boy chegou ao Brasil na década de 90, onde se tornou um estilo de vida adotado no país e no mundo. Hoje a marca conceito é comercializada no Japão, África do Sul, na Austrália e Europa. No país possui uma lista de mais de 3 mil itens licenciados em produtos de variados segmentos (camisetas, bermudas, underwear, malas e bolsas, chinelos, acessórios esportivos, equipamentos de ginástica, suplemento alimentar etc).

O preço sugerido Bad Boy Fighy infantil é R$ 22,90 e adulto, R$ 27,90.
SAC 0800 979 8898

domingo, 12 de agosto de 2007

Meu filho é emo. E agora?

A apologia à tristeza pode esconder traços depressivos dos adeptos à nova onda adolescente.

Pais devem estar atentos. Com um tom dos góticos e darks da década de 80, os Emos são a mais recente tribo dos centros urbanos. Batizado a partir da abreviação da palavra inglesa emotional, o movimento ganhou força entre os jovens brasileiros em 2003, em São Paulo, e depois se espalhou por todo o País. "Podemos reconhecer um integrante pelas roupas exóticas, sempre em cores escuras como preto e roxo. Há também, um estilo próprio de cabelo e maquiagem", descreve a hebeatra Mônica Mulatinho, da Cia do Adolescente & Família, em Brasília.Avessa a qualquer tipo de rotulação - especialmente no trato com jovens, que estão em plena transformação -, a médica não pôde deixar de notar um traço forte entre os adeptos do movimento. "Há uma apologia à tristeza no discurso dos emo, a melancolia é quase um estilo de vida para eles. Tudo bem, quando se trata apenas de uma atitude de contestação. Mas, a questão preocupa quando isso esconde alterações de ordem psíquica", esclarece a médica. Nos últimos meses, Dra. Mônica registrou uma procura crescente de pais que buscam compreender melhor o movimento. "Ao verificar, por exemplo, a lista de comunidades do filho no Orkut, alguns notaram a adesão a sites que pregam o suicídio", descreve. Segundo a especialista, nesses casos, os pais devem redobrar a atenção e avaliar se há sintomas adicionais como distúrbios de alimentação, sono, humor, entre outros. "Na dúvida, devem procurar assistência profissional, com vistas a afastar o diagnóstico de depressão", orienta. Seja qual for o caso, a médica é enfática: todo adolescente escolhe companhias que se alinham ao temperamento e ao comportamento que ele vivencia no momento. "A pior escolha que os pais podem fazer é julgar a tribo, atribuindo a ela a responsabilidade pelo novo visual e pela atitude do filho. Acompanhar de perto o que o jovem faz e com quem anda, estabelecendo limites com afetividade é uma das maiores demonstrações de amor. E isso não pode ser delegado, é tarefa dos pais", conclui.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Para ver e ouvir

Sanfoneiros cegos se apresentam na I Jornada Brasileira de Cinema Silencioso


"Do silêncio à palavra ao som." (Livio Tragtenberg)

Há cerca de 30 anos, Clarice Mantovani entrava pela primeira vez em uma sala de cinema. Cega desde os 16 anos, a artista jamais assistiu a um filme. Mas aproveitava o espaço para fazer shows com sua eterna companheira: a sanfona. Hoje, com 62 anos, ela mostra seu talento no Calçadão de Rio Preto e se prepara para realizar um sonho. Na próxima quinta, às 21h, a musicista parte de Coroados, onde mora, para cantar e tocar na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, acompanhada de J.P. Som, de Araraquara, e de Luís Rosa, de Jundiaí, ambos sanfoneiros com deficiência visual que vivem da arte nas ruas. Ao lado do curador musical e compositor Lívio Tragtenberg, o trio Blind Sound Orchestra ("Orquestra do Som Cego") será responsável pela trilha sonora ao vivo do filme Aitaré da Praia, na I Jornada de Cinema Silencioso.


"Eles terão um ponto eletrônico nos ouvidos. Enquanto as imagens são projetadas, vou lhes narrar as cenas. A idéia é trabalhar com os sentidos dos músicos e da platéia", explica o idealizador do projeto inédito. O curador musical conta que conheceu os sanfoneiros durante shows da Orquestra de Músicos de Rua de São Paulo pelo Estado.

O longa, do diretor Gentil Roiz, foi lançado em 1923 pela Aurora Filmes e considerado o melhor e mais bem acabado filme do Ciclo de Recife. A produção também já foi musicada pelo pianista e compositor Ernesto Nazareth.

Ao todo serão cerca de 63 minutos de exibição e 20 músicas executadas, todas de autoria dos próprios intérpretes. O pequeno grupo de sanfoneiros faz parte de um time de 30 atrações musicais que se revezam nas sessões. Entre eles, Arrigo Barnabé, André Abujamra, Laércio de Freitas, Michelle Agnes, Maurício Takara, Wilson Sukorski, os grupos Patife Band e Frame Circus, a dupla de DJ's F7 e A.S.M.A., a pianista alemã Eunice Martins e a percussionista americana radicada na alemanha Robyn Schulkowsky - convidadas especiais do evento.

Ter um amiiigo... da onça

Criança Esperança: até eventos beneficentes sofrem com os espertinhos

A sofisticação de ingressos e credencias falsificados no Brasil é cada vez maior. Isso sem falar no tal jeitinho brasileiro. A Dimep/GPS, responsável pelo controle de acesso do Criança Esperança, todos os anos tem que lidar com centenas de pessoas que tentam entrar no evento com ingresso ou documentos falsos.
Além do público de quase 20 mil pessoas, cerca de 1500 profissionais entre fornecedores e jornalistas passarão por um rigoroso processo de credenciamento e de controle de acesso ao Ginásio do Ibirapuera. Com tantas atrações, nem mesmo o fato de ser um show beneficente inibe os penetras. Alguns chegam com identificações de imprensa que parecem verdadeiras, mas com o cruzamento de informações verifica-se que são falsas. Há aqueles ainda que tentam falsificar credenciais e convites, o que é impossível, pois a empresa renova o sistema a cada ano. Este ano, por exemplo, a Dimep utilizará o mais moderno sistema de leitura de raio ultra-violeta e cada um dos milhares de convites produzidos têm um código único de segurança.


Informações à imprensa
Bárbara Soares – Giusti Comunicação

11 5502 - 5444

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Ah, esses visionários...

O VISIONÁRIO ROBSON TRINDADE ESTÁ SEMPRE A FRENTE DAS NOVAS TENDÊNCIAS DO MERCADO DA BELEZA

Robson Trindade, proprietário do Red Door Salon and Spa, é autor de muitos projetos e produtos na área que atua. Mais do que isso é uma pessoa inovadora e idealista, que busca aprimorar suas técnicas e trazer novas tendências de mercado. Sua visão empreendedora, não o deixa descansar, a qualquer momento lança uma coisa nova. O mercado de coméstico é competitivo, o importante para ele não é competir, é comemorar cada conquista que vai de encontro “Eu quero que todos defendam a mesma bandeira” e acrescenta “A cada momento comemoro uma descoberta do mercado que já havia visto antes, isso só me deixa feliz”. Como é o caso do formol que há dois anos havia dito das contra indicações sobre o processo de alisamento com o produto. O profissional na época, raspou o cabelo na calçada do Times Square, em Nova York, em protesto contra o uso, ocasionando polêmica e notícia na cidade. A sua ótica para esses fatos é: “O mercado é quem ganha, aparece mais um espacinho para o lançamento de novos produtos e eu estarei aproveitando cada oportunidade que aparecer” acrescenta Robson.

As empresas que são estão acostumadas com o profissionalismo do Robson, automaticamente já o procuram em busca de novas idéias e novos produtos. Envolvido em diversas representações tecnológicas e chamado para muitas consultorias no setor, já tem algumas criações lançadas no mercado dando grande abertura a empresas do ramo, isso ocorreu com a Niasi, quando lançou a escova gradativa. O cabeleireiro foi convocado para recolocar o produto no mercado, e foi isso que aconteceu, apelidou o produto de escova de açúcar fazendo-o estourar em vendas, quem confirma essa história é a coordenadora técnica Clenice Martins “Só trabalhamos com profissionais de ponta e formadores de opinião” “Robson é nosso parceiro por isso que o chamamos para desenvolver a técnica de aplicação do produto”. Na Schwarzkopf, empresa alemã de cosméticos,aprimorou e lançou uma nova técnica para os produtos gel de raiz e glate já retirados do mercado pela empresa. Descobriu que os produtos poderiam inverter os papéis e serem usados nos cabelos ao invés dos cílios, tendo como resultado o alisamento e brilho aos cabelos. Outra empresa que marcou sua carreira foi a Great Lenghts, na Itália. Com todo seu dinamismo Robson representou a empresa no Brasil por dois anos. As novidades não pararam por ai, trouxe a Hair Dreams ao Brasil, em apenas um mês já estava demonstrando a técnica de alongamento a diversos canais de televisão como o programa da Ana Maria Braga da rede Globo. “O procedimento chegou ao mercado para facilitar as mulheres que ficavam até cinco horas sentadas na cadeira do cabeleireiro para alongar os cabelos” comenta Robson. Com a nova implantação aplicada por um aparelho a laser com sistema automático de modelação em apenas 28 minutos, é possível estar com os cabelos longos.

Idealizador do programa de evolução de profissional e projeto de inclusão social na beleza dá apoio às pessoas com deficiência física. Na área em que atua embelezamento e afins sempre está antenado as últimas novidades em corte e coloração. Viaja pelo menos três vezes por ano para Europa e Estados Unidos em busca de novos conceitos. Além de administrar o salão e estar em busca de novas técnicas, dá mais de 49 cursos por ano de motivação e workshops para profissionais, onde falou para mais de 49.000 pessoas.

Pessoas como Marilia Pêra, Rodrigo Faro, John Herbert, Rosana Beni, Gustavo Borges, Mylla Christie, Bya Aidar, Gisele Bündchen, Ana Paula Arósio, Bárbara Borges e presidentes de grandes bancos de São Paulo já passaram e passam por sua equipe. Essas relações são altamente profissionais, nunca expõe seus clientes, prefere se destacar por seu profissionalismo, como já vem acontecendo.

Sua carreira começou por influência de sua mãe, Nadia, que atua como cabelereira há 40 anos. Formado em Administração na FASP, pós-graduado em Marketing na USP e Direito na Faculdade UNIB, inclusive atuou como juiz durante dois anos. Os cursos também não ficam atrás, no Brasil : Curso na FGV de Empreededorismo e Criação de Novos Negócios, Cabelereiro feminino e masculino pelo SENAC, Maquiagem artística pela Payot, no exterior cursou : Visagismo do Claude Guilliard - França, Vidal Sassoon – EUA, Tony & Gury – Inglaterra, Longueiras – Espanha, Great Lenghts – Itália, Pivot Point – Holanda, Hair Dreams – Áustria.

Será que ele consegue parar em algum momento de sua vida? Ouvem-se comentários de colegas que muitas vezes ele chega ao salão em que trabalha com uma nova idéia obtida até em um de seus sonhos. Qual será a próxima invenção do visionário da beleza? Com certeza ele tem um “Business Plain” dentro da manga para apresentar nos próximos dias.