quinta-feira, 5 de julho de 2007

Nostalgia é o que interessa

AMENDOCREM GANHA DUAS NOVAS VERSÕES: CREAMY E CRUNCH


Boa tarde,

A Fugini está investindo no Amendocrem, a pasta de amendoim que marcou muita gente. Segue o release abaixo.
Além do Amendocrem, a Fugini tem uma linha de doces nostálgicos, como goiabada, marrom glacê, marmelada, frutas em caldas, entre outros.

Se você precisar de mais informações ou fotos, por favor, entre em contato.


Marisa Amaral
(11) 4229-0112 / 9682-8578
www.atitudecom.com.br

AMENDOCREM GANHA DUAS NOVAS VERSÕES: CREAMY E CRUNCH E AGITA O SETOR DE VAREJO COMPROVANDO A FORÇA DA MARCA E A SIMPATIA DOS CONSUMIDORES PELO PRODUTO

Existem produtos que ficam registrados em nossa memória e têm o poder de despertar emoções. Só de ouvir falar o nome, a gente sente o sabor e o aroma do alimento. Um exemplo disto é o Amendocrem, um produto que há décadas tem seu público fiel e uma marca que se tornou sinônimo de gostosura. Agora, a Fugini, uma das empresas que mais cresce e inova no país no segmento de alimentos, investe na renovação da marca Amendocrem, lançando dois novos sabores – creamy, extremamente cremosa e macia, e a crunch, com pedaços de amendoim – que prometem perpetuar ainda mais o produto.

Os lançamentos do Amendocrem e o tradicional, presente no mercado há décadas, ganharam novas embalagens e visual ousado. Agora muito mais moderno, é apresentado em pote plástico transparente reutilizável com 200g. O design do rótulo traz cores alegres e atrativas, o que tem tudo a ver com o produto, que é gostoso e irresistível com pães, bolos, tortas, torradas e também como complemento em receitas criativas.

Além das novas roupagens para as três versões, a empresa manteve a embalagem que está no mercado para o sabor Tradicional, de 250g, com pote plástico amarelo e branco.

Informações ao consumidor pelo site www.fugini.com.br ou pelo telefone 0800-702-4337 (ligação gratuita).

Sobre a Fugini
Atualmente a Fugini Alimentos é líder no segmento de atomatados em embalagem sache e com a mais variada linha de doces como: goiabada, marrom glacê, marmelada, doces em calda. A empresa conta com vários sistemas de garantia de qualidade certificados por laboratórios nacionais e internacionais, além de um centro de atenção ao consumidor, atitudes que confirmam o compromisso de sua diretoria, colaboradores e fornecedores com a qualidade de seus produtos e plena satisfação do consumidor. Fundada em 6 de janeiro de 1996, na cidade de Monte Alto, Estado de São Paulo, é atualmente um importante participante do mercado brasileiro, atuando de Norte a Sul, e com exportação para vários paises.

Informações e fotos para a imprensa:
Atitude Assessoria em Comunicação
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quarta-feira, 4 de julho de 2007

Isso não cheira bem

Testes de odores nos caminhões Volkswagen garantem bem-estar aos motoristas

A qualidade de um caminhão Volkswagen vai além de suas características operacionais e estéticas. Na Volkswagen Caminhões e Ônibus, além de todos os testes de durabilidade e garantia funcional, uma equipe do Laboratório de Materiais da Qualidade Assegurada avalia os odores em peças que compõem as cabines dos caminhões. Seus inspetores realizam mensalmente o smell test (teste de cheiro) em cinco veículos de diferentes modelos que saem da linha de montagem na fábrica de Resende (RJ). O principal objetivo é evitar possíveis danos à saúde do motorista, como alergias e irritações, identificando odores em peças para que o fornecedor seja acionado, e o problema eliminado.

Para se detectar um odor diferente nos componentes dos caminhões, é necessário treinamento especializado dos inspetores,e condições de muito calor durante os testes, pois estes testes acontecem em veículos completos e colocados no pátio da fábrica, expostos ao sol. "Podemos identificar problemas com mais facilidade quando o veículo está com uma temperatura alta, pois verificamos os componentes em situação real de uso local e em países com características climáticas iguais ao Brasil", afirma Marco Araújo, analista do Laboratório de Materiais e coordenador dos testes em Resende.

A equipe de inspetores de Resende foi treinada na fábrica da Volkswagen do Brasil em São Bernardo do Campo (SP), que é responsável pelos testes de cheiro da Volkswagen na América do Sul, através do Centro Técnico de Materiais. Os padrões dos testes são desenvolvidos na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha,a partir dos dados colhidos e avaliados no Campo de Testes da Volkswagen em Kalahari, na África do Sul. A liberação de um novo veículo para produção passa obrigatoriamente por essa avaliação, essencial para eliminar qualquer possibilidade de reclamação por parte dos clientes.

Quatro pessoas integram a equipe, que além do coordenador Marco Araújo, conta com os inspetores Maurício Ribeiro, Fernando Claret e Gláucio Barbosa, que participam das avaliações e de treinamentos com outros integrantes das diversas fábricas no continente e,como multiplicadores, repassam seus conhecimentos aos membros do grupo.

Escala de "cheiro"
Os principais materiais analisados nas cabines são os solventes que encontram-se no teto do veículo, os plastificantes nos tapetes e bancos e também a parafina. Para a classificação do "cheiro" dos componentes, a Volkswagen criou uma diretriz que define o odor em uma escala que vai de 1 a 6. Nessa escala, o nível 1 é considerado imperceptível, e o grau máximo 6 é classificado como insuportável. O número 3,5 é a média aceita para todos os modelos.

Os testes são realizados pela Volkswagen Caminhões e Ônibus desde 2000, iniciados na cabine hoje utilizada pelos caminhões Worker e Delivery. Essa experiência foi fundamental quando da preparação do projeto dos caminhões Constellation, hoje sucesso em todo o Brasil. O "cheiro de novo" é garantido em todos os veículos que saem da fábrica, porém com o devido controle para não causar nenhum mal-estar aos usuários.

Imagens no site: www.vwtbpress.com.br
Volkswagen Caminhões e Ônibus Assuntos Corporativos
Telefones: (11) 5582-5335 / 5582-5340 - São Paulo (SP) (24) 3381-1063/ 3381-1328 - Resende (RJ)
E-mail: assuntos.corporativos@volkswagen.com.br

SIM, mestre

É necessário usar os óculos de sol mesmo no inverno?


A radiação solar UV é menos intensa no inverno. No entanto, em regiões tropicais e sub-tropicais, como o Brasil, essa diminuição não é tão intensa. Atenção particular deve ser dada para o começo da primavera, quando as temperaturas são baixas, mas o sol já é intenso


Estamos em pleno inverno, mas mesmo assim, a resposta para a pergunta acima é SIM, SEMPRE. “Pois mesmo em meio à estação mais fria do ano, a radiação solar continuará incidindo sobre a terra. E do mesmo modo que a radiação ultravioleta (UV) pode causar danos à pele humana, ela também pode ocasionar ou intensificar problemas e doenças nos olhos”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

De um modo geral, a exposição excessiva a qualquer tipo de radiação pode ocasionar prejuízos à saúde dos olhos. Quanto menor o comprimento de onda da radiação, maior o dano causado à estrutura ocular. “Por esta razão, as radiações ultravioleta são mais nocivas do que a luz nos comprimentos de onda visível. Um outro fator que diferencia os danos causados pela radiação UV é que sua percepção não é imediata, ela não provoca nenhuma reação que desperte algum dos sentidos do ser humano, reforçando o mito de que ‘se você não sente os raios quentes do sol, então você não irá se queimar’ ”, alerta Centurion.

Danos aos olhos

Assim como a pele humana, os olhos podem ser mais ou menos sensíveis às radiações. De acordo com a cor, idade e condições de saúde do indivíduo, essa sensibilidade tende a ser maior ou menor. “O cristalino desempenha um papel importante na proteção às radiações UV. As cirurgias que eliminam o cristalino da estrutura ocular, como a cirurgia de catarata, modificam bruscamente essa condição de proteção e a implantação de lentes protetoras faz-se necessária”, explica Virgilio Centurion, que é presidente da ALACCSA, Associação Latino-Americana de Cirurgiões de Córnea, Catarata e Cirurgias Refrativas.

Bebês e crianças correm maiores riscos de sofrerem danos oculares devido à maior transparência do cristalino. Nos adultos, esse risco é minimizado, pois o cristalino tende naturalmente a se tornar mais opaco com a idade e, assim, absorver maior quantidade de radiação.

As inflamações da córnea e da conjuntiva são conseqüências diretas da radiação UVB, que apresentam como sintomas dor, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, fotofobia e possível avermelhamento das pálpebras. “As lesões nas pálpebras são as que têm demonstrado relação mais direta com a exposição à luz solar, principalmente na identificação de lesões malignas. A radiação UVA é apontada como responsável pelo desenvolvimento da catarata”, explica o oftalmologista Juan Caballero, que também integra o corpo clínico do IMO.

Os danos causados à visão podem ser divididos em dois tipos distintos de acordo com a forma de exposição: curtas exposições com intensas quantidades de radiação e longas exposições com baixas intensidades de radiação. “No primeiro caso, o elemento que mais sofre é a córnea, as manifestações são agudas e surgem após um período curto de latência; no outro caso, mais comum nos ambientes de trabalho, o cristalino e a retina são os mais atingidos”, afirma Caballero. Em ambos os casos, a manifestação pode se tornar um processo crônico, mesmo que seja decorrente de um processo agudo.

“Ainda que não haja uma determinação exata da susceptibilidade do olho à radiação, é certo que doses elevadas produzem fotoconjuntivite - inflamação da conjuntiva - e fotoqueratite - inflamação da córnea. Porém, exposições prolongadas, mesmo a baixas intensidades, podem também originar catarata, pterígio e alguns tipos de câncer que podem ser irreversíveis ou exigir uma intervenção cirúrgica”, reforça Virgilio Centurion.

Formas de proteção

Como a radiação UV não é necessária para a visão, não existem motivos aparentes para recomendar aos pacientes a utilização de métodos que atenuem a intensidade desse tipo de radiação e, conseqüentemente, protejam os olhos. A radiação solar chega aos olhos de forma direta e indireta - radiação difusa. Essa segunda forma é ainda mais importante no caso da radiação UV, devido ao intenso espalhamento nessa região do espectro. Os filtros empregados na construção dos óculos de sol devem ser opacos aos comprimentos de onda menores que 400nm (UV) e maiores que 700nm (IV). “As lentes adequadas para proteger os olhos devem estar livres de imperfeições, eliminar mais de 99% da radiação UV e entre 75 e 90% da radiação visível, evitando incômodo ocular e reflexos excessivos. De acordo com recomendações internacionais, os fabricantes de óculos devem indicar claramente o grau de proteção de cada lente”, informa o oftalmologista Juan Caballero.
A utilização de óculos de sol cujas lentes não ofereçam proteção adequada é considerada mais perigosa do que simplesmente não usar os óculos de sol. “O olho humano possui mecanismos de defesa naturais que são inibidos pela escuridão proporcionada pelas lentes. A pupila, que automaticamente se fecharia diante da luminosidade, mantém-se dilatada quando utilizamos lentes escuras. A reação natural do ser humano de fechar os olhos é comprometida pela utilização dos óculos de sol. Portanto, se as lentes não protegem os olhos, os raios ultravioletas passam e afetam a retina mais severamente do que se não estivéssemos usando nenhum tipo de lente”, explica Virgilio Centurion.
Além de saber o nível de proteção contra a radiação ultravioleta, é bom que o paciente conte com orientação profissional no momento da compra e adaptação dos óculos. “Deve ser dada preferência às lentes que envolvam bem os olhos ou que impeçam a penetração de luz através das aberturas existentes entre os óculos e o rosto”, recomenda Caballero.
A compra de óculos falsificados, ou a pirataria, além de se apresentar como um perigo potencial à saúde humana, dificulta, ainda, a aplicação do Código de Defesa do Consumidor. A mercadoria falsificada é oferecida no mercado informal, o que dificulta a identificação e a responsabilização do vendedor ou do fabricante, e a comprovação da compra, por não haver emissão de nota fiscal. "No momento em que compramos um produto pirateado, rasgamos o Código de Defesa do Consumidor, que é a forma do cidadão garantir seus direitos e participar da sociedade de consumo", diz Virgilio Centurion.
No endereço http://satelite.cptec.inpe.br/uv é possível acompanhar, em tempo real, o índice de radiação ultravioleta em todo o Brasil. De acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde, para os níveis 1 e 2 (baixo), não é necessário o uso de protetor. Para os níveis 3, 4 e 5 (moderado) e 6 e 7 (alto), além do protetor, é preciso também ficar à sombra em horários próximos ao meio-dia e usar camisa, óculos de sol e chapéu. Já os níveis 8, 9 e 10 (muito alto) e acima de 11 (extremos) recomendam evitar o sol ao meio-dia, permanecer na sombra, usar chapéu, óculos de sol, filtro solar e camisa.
SERVIÇO:
IMO – Instituto de Moléstias Oculares
Endereço: Avenida Ibirapuera, 624.
São Paulo-SP
Horário de atendimento:
08:00 às 18:30, de segunda a sexta-feira
08:00 às 12:00, aos sábados
Telefone: (11) 5573 6424
Site: http://www.imo.com.br/
E-mail: imo@imo.com.br


INFORMAÇÕES E ENTREVISTAS:

Excelência em ComunicaçãoMárcia WirthTel: (11) 5041 6827/9394 3597E-mail: wirthmarcia@uol.com.br

El mecenas volvió

Ex-dono do Banco Santos inaugura site para contar sua história

O empresário Edemar Cid Ferreira, ex-dono do Banco Santos, acaba de colocar no ar o seu site www.edemarcidferreira.com.br, onde apresenta aos internautas sua versão dos acontecimentos que culminaram na intervenção e falência da instituição financeira. O Banco Central interveio no Banco Santos em outubro de 2004. A instituição fundada por Edemar chegou a ser o oitavo maior banco privado do País.

No portal, que pode também ser acessado pelo endereço www.edemar.com.br, são reproduzidos documentos e reportagens que ajudam a elucidar a história. Edemar também traz em seu site reproduções de numerosas obras de arte que fizeram parte de seu acervo particular, assim como catálogos de exposições memoráveis patrocinadas pelo Banco Santos, como a Mostra do Redescobrimento, dentre outras. Há também grande quantidade de documentos que comprovam as atividades de Edemar e do Banco Santos para recuperar o prédio que abrigava anteriormente o Museu da Aeronáutica no Ibirapuera, e que passou a se chamar Oca após a reforma.

Capítulo à parte é reservado à casa construída pelo ex-banqueiro no bairro paulistano do Morumbi, onde reside com a família cercado por obras de arte. Nessa seção recheada de fotos do interior da residência fica-se sabendo que no local havia uma casa adquirida pelo empresário em 1986, bem antes da existência do Banco Santos. “Era uma casa ampla, com mil metros quadrados de área construída e cerca de três mil metros quadrados de terreno. Foi a primeira casa do Jardim Everest, feita pelo então proprietário daquele loteamento. A casa foi reformada e ampliada em 1987 e lá se construiu uma quadra de tênis, sauna e salão de jogos, preservando-se a piscina”, afirma o site, que é interativo: o empresário Edemar Cid Ferreira responde pessoalmente aos e-mails enviados ao "Fale com Edemar".

Por intermédio do site fica-se sabendo também, na seção “Perfil”, que Edemar Cid Ferreira nasceu em Santos, em 1943, no seio de uma família de classe média, e que ele ajudou não só a produzir a primeira peça do teatrólogo Plínio Marcos, “Barrela”, como dividiu o palco com o próprio Plínio, que atuou na ocasião como ator e diretor.

Além dos registros históricos, arquivos de imagem e audiovisuais, o site traz ainda a seção “Efemérides”, com notas atualizadas periodicamente sobre assuntos ligados à arte e cultura.

Assessoria de Imprensa de Edemar Cid Ferreira
Original 123 Comunicações
André Aron
(11) 3814-2021
andre@original123.com.br
www.original123.com.br

Chupa, Amaury Junior

FOTOS DA BALADA VIRAM REVISTA CUSTOMIZADA

Já pensou ter uma revista toda com as fotos que foram tiradas naquela balada maravilhosa? Naquela tão esperada viagem com as amigas? Ou com o seu namorado? Pois é... agora esse sonho já pode ser realizado. Pensando uma alternativa de registrar as fotos de uma maneira única, o site de personalização, Uniko (http://www.uniko.com.br/), criou o fotozine, uma revista inteiramente personalizada.

A onda, agora, são produtos customizados. Lingeries, jeans, camisetas e celulares ganham a ‘cara’ da dona. Dessa forma, as fotos não poderiam deixar de entrar nessa moda. Por isso, o site Uniko (http://www.uniko.com.br/) desenvolveu o fotozine, uma revista personalizada com fotos e legendas. As páginas podem ser montadas em diversos estilos, escolhe-se a quantidade e disposição das fotos e entre quatro layouts diferentes para a revista.

As adolescentes podem montar seu ‘exemplar’ com as fotos da balada, viagem com as amigas, festa de 15 anos, do namorado, formatura do colégio, dentre outros eventos marcantes. Com a grande opção de montagem pode-se produzir uma revista diferente a cada edição.

Antes de inserir as imagens, elas podem ser trabalhadas (com luminosidade, enquadramento, contraste, preto e branco, carvão, pintura a óleo, dentre outros efeitos), há também a possibilidade de inserir frases nos balões - como aqueles que eram dados nas revelações das fotos – e, colocação de adesivos nas imagens, que podem ser escolhidos em três temas, romance, viagem e infantil. Tanto os balões, quanto os adesivos são selecionados no momento da montagem dos produtos e são impressos na própria foto. E para complementar a edição da revista, legendas acompanham cada uma das fotos.

Outros produtos como fotolivros, bolsa, avental, calendário, mouse pad, cartão, pôster e porta-copo também podem ganhar a sua foto predileta. Todo o projeto é montado sem sair de casa, a compra e o pagamento são feitos pelo site e os produtos são entregues no endereço escolhido pelo cliente.

Uniko
O Uniko é um portal especializado em personalizar produtos com tecnologia de ponta. Oferece upload de fotos com tratamento de imagem para personalização de produtos que serão entregues em casa. Ele permite que o usuário determine de forma completa cada produto que deseja adquirir. Para que seja possível trabalhar com fotos no portal para depois mandar imprimi-las, o site armazena as imagens em um banco de dados, com máxima segurança.
Depois de cadastrado, basta mandar as imagens e escolher entre os produtos oferecidos: fotozine, fotolivro, bolsa, avental, calendário, mousepad, porta-copos, cartão e pôsteres. É possível, também, imprimir fotos avulsas. A compra é toda realizada pelo site e a entrega dos pedidos é feita no local que o cliente determinar.
Todas as impressões são feitas em papel couchê, em equipamentos HP Índigo 3050, reconhecidos internacionalmente pela excelência na qualidade em impressão digital.

Uniko
www.uniko.com.br
Assessoria de imprensa: Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação www.viveiros.com.br
Jornalista: Patrícia Ribeiro (MTb. 29.495) patricia.ribeiro@viveiros.com.br
Assistente: Denise Lanzoni denise@viveiros.com.br
Telefone (11) 3675-5444 julho / 2007

terça-feira, 3 de julho de 2007

Crássico de los crássicos

Ao mesmo tempo em que mantêm as atenções voltadas para a Copa América, os brasileiros não têm muito o que comemorar quando o assunto são as tarifas bancárias.

O país ocupa nada menos do que o segundo lugar no ranking da região, atrás apenas do México. Essa é uma das principais conclusões a que chegou um levantamento feito pela FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista.

"Os serviços bancários comprometeram significativamente o bolso do consumidor: de 2001 a 2006 foi registrado um aumento de 400% contra uma inflação de 56%", comenta Marcos Crivelaro, professor da FIAP e responsável pelo levantamento. "Há serviços que são tarifados indiretamente, como, por exemplo, a compensação de cheques, que varia de R$ 0,01 a R$ 1 por folha. Existem ainda exemplos de abusos em que o cancelamento de um empréstimo pode ser punido por uma multa cujo menor valor é R$ 5 mil", complementa.

No caso do México, "as instituições bancárias internacionais cobram de seus clientes 21 tipos de tarifas que não são cobradas nos seus países de origem. E, no caso de tarifas que são cobradas nos dois países, no México chegam a custar até 10 vezes mais", explica ele.

Segue abaixo um artigo mais detalhado sobre o assunto. O professor está à disposição para fornecer outras informações e conceder entrevistas.

Abraços,

Daniel Damas
Cia. da Informação
11 3071-3494 / ramal 23
think. work. win.

BRASIL E MÉXICO: LÍDERES NA COPA AMÉRICA DE TARIFAS BANCÁRIAS
Por Marcos Crivelaro*


No Brasil aconteceu no último dia 20 de maio Audiência Pública na Comissão de Defesa do Consumidor para debater as tarifas no sistema bancário. No período de 1996 a 2006 elas tiveram um aumento real de 130%, e o faturamento dos bancos cresceu 300% perante um aumento de 55% na folha de pagamento de funcionários. Atualmente, 90,5% dos ativos estão concentrados em 10 bancos, o que dificulta a concorrência. Bancos que cobram até por serviços que deveriam ser gratuitos arrecadaram em 2006 um total de R$ 27 milhões em tarifas bancárias (aumento de 19% em 1 ano). Os serviços bancários comprometeram significativamente o bolso do consumidor: de 2001 a 2006 foi registrado um aumento de 400% contra uma inflação de 56%. E qual é a tendência? Caindo a taxa de juros, aumento das tarifas bancárias!

As normas do Banco Central brasileiro não são específicas e estimulam a criatividade dos bancos nas cobranças. O que não é proibido é liberado, deixando pouco espaço para que a legislação atue. Aliás, a Resolução 2.303 do Conselho Monetário Nacional, de 1996, em seu artigo 1º inciso 6º, veta às instituições financeiras a cobrança de vários serviços, inclusive a cobrança de manutenção de conta. O Supremo Tribunal Federal deu parecer no sentido que os bancos devem atender o Código de Defesa do Consumidor. A falta de clareza, a uniformidade e a multiplicidade e informações representam grande obstáculo ao consumidor.

Porém, do total de 80 milhões de clientes de banco apenas 18 mil formalizaram reclamações. No caixa eletrônico a movimentação de conta corrente é cobrada por emissão de extrato e realização de saque (em geral, apenas 1 por mês é gratuito); os valores variam de R$ 0,50 a R$ 16 e de R$ 1,20 a R$ 15, respectivamente (dados de maio de 2007). Há serviços que são tarifados indiretamente, como, por exemplo, a compensação de cheques, que varia de R$ 0,01 a R$ 1 por folha. Existem exemplos de abusos em que o cancelamento de um empréstimo pode ser punido por uma multa cujo menor valor é R$ 5 mil.

Houve grandes avanços, por exemplo, no acesso ao crédito. Mas ainda assim é necessário evoluir:

- Normatizar nomenclaturas e estabelecer preços/nomes iguais de tarifas que devem ser fixados em locais de fácil acesso à leitura. Esta necessidade de regulamentação pôde ser verificada, por exemplo, para o problema das filas nos bancos, que precisou da criação de uma lei específica;

- O Banco Central poderia divulgar quais os melhores bancos (mais baratos, em termos de tarifas) para que os clientes possam realizar seus movimentos financeiros com maior economia;

- Prezar pela clareza dos contratos, tendo em vista que às vezes são inseridas cobranças desconhecidas pelo cliente. Um exemplo são as taxas de abertura de crédito, que podem atingir o valor de R$ 2 mil no caso do financiamento de um veículo.

No México, os cartões de crédito e de débito são muito utilizados pelos consumidores, mas eles reclamam das taxas de juros anuais (variam de 25% a 40%) e das inúmeras tarifas que são cobradas, muitas vezes de maneira incorreta e sem que o correntista perceba. Do total de R$ 10 milhões arrecadados em 2006 relativos a tarifas, 70% concentram-se em duas instituições. Os quatro maiores bancos concentram 78% do crédito de consumo e 85% das operações de cartão de crédito.

Uma constatação interessante da Comisión Nacional para la Protección y Defensa de los Usuarios Financieros (Condusef) é que as instituições bancárias internacionais cobram de seus clientes 21 tipos de tarifas que não são cobradas nos seus países de origem. E, no caso de tarifas que são cobradas nos dois países, no México chegam a custar até 10 vezes mais.

Esses dados mostram o porquê da votação da Ley para la Transparencia y Ordenamiento de los Servicios Financieros, que estabelece claramente que o Banco Central é responsável por regular as tarifas e serviços bancários, da Ley de Instituciones de Crédito, Ley de Protección y Defensa al Usuario de Servicios Financieros e da Ley dela Comisión Nacional Bancaria y de Valores. Uma das idéias é que todos os bancos ofereçam um pacote básico de baixo ou nenhum custo, que seja adequado ao perfil e às reais necessidades do cliente mexicano. Isso já ocorre na Argentina, Venezuela, Colômbia e Peru, onde diversos bancos cobram de R$ 10 a R$ 20 mensais por pacotes com quantidade livre de utilização de serviços.

Brasileiros e mexicanos tentam ganhar a Copa América de Futebol, mas também têm em comum o desejo de ter suas tarifas bancárias reduzidas e sair da posição de campeões americanos para se transformar em “lanterninhas” do ranking.


*Marcos Crivelaro é professor PhD da FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista e da Faculdade Módulo, especialista em matemática financeira e consultor em finanças.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Menção honrosa...

Evento esportivo de julho

Título do meu release

Conteudo do meu texto